Geração Z e o futuro do trabalho: sua empresa está preparada?

O mercado de trabalho está prestes a mudar mais uma vez, e as empresas já estão se preparando para o que está por vir. Depois da revolução causada pelos millennials, que alteraram a dinâmica corporativa nos últimos anos, é a vez da geração Z mostrar a cara e ganhar espaço nas organizações.


Nascidos após 1996, os membros mais velhos do grupo já estão na casa dos 20 anos, sendo parte viável da força de trabalho desde 2014. Dentro de dois anos, esses jovens representarão 20% do total de trabalhadores nos EUA, e o Brasil vai pelo mesmo caminho.


Embora grande parte deles ainda esteja em idade escolar, daqui para a frente essa geração vai começar a ditar os rumos do que é feito nas empresas. Portanto, agora é a hora para concentrar esforços na atração e retenção desses profissionais, que apresentam diversas particularidades.


Quem se adaptar primeiro a esse novo cenário terá uma vantagem competitiva importante na guerra pelo talento. A pergunta que fica é: a sua empresa está preparada para receber a geração Z?


Se você ainda não tinha pensado nisso, não se preocupe: ainda há tempo. Neste e-book, você vai saber mais sobre esses novos profissionais e qual será o impacto deles no mercado nos próximos anos.


Boa leitura!

Índice

1. Hábitos e características da geração Z

A principal diferença entre a geração Z e as demais é o fato de ela ter surgido em uma era pós-internet


Quem mais se aproxima disso são os millennials, ou geração Y, que conheceram um mundo offline quando crianças e acompanharam o avanço da tecnologia ao longo do tempo. No entanto, já nascer conectado, como a geração Z, tem um impacto bem diferente.


Os mais jovens nunca experimentaram a sensação de não estar on-line o tempo todo. Para eles, é comum ter acesso a múltiplos conteúdos e informações sempre que quiserem, de forma rápida e fácil. 


Tire isso deles e eles não saberão como reagir. A tecnologia é quase como uma extensão de seus corpos e mentes, o que gera diferenças significativas no modo de pensar, agir e trabalhar, como veremos a seguir.

| Consumo de mídia

A geração Z está habituada a ter várias telas à disposição, o que se reflete fortemente nos seus hábitos de consumo de mídia. Segundo um estudo da Vision Critical, os jovens pós-1996 consomem mais conteúdo pelo smartphone (15.4 horas por semana), enquanto os millennials preferem o desktop (16.4 horas).


Se compararmos com gerações mais distantes, a discrepância é ainda maior. Por ter acesso a conteúdos on-demand em múltiplas plataformas, a geração Z assiste TV apenas 13.2 horas por semana. Já os baby boomers, nascidos entre 1946 e 1964, ainda conservam o velho hábito, dedicando 24.1 horas semanais à televisão.


Os mais jovens também tendem a aderir a novas redes sociais com mais facilidade. Quando surge algo inovador como foi o Vine, o Snapchat e, mais recentemente, o Tik Tok, eles são os primeiros a se engajar na criação de conteúdo para as plataformas, abrindo caminho para sua popularização.

| Comportamento e personalidade

Estar conectado o tempo todo também se reflete no comportamento e na personalidade da geração Z. Por terem acesso rápido a qualquer informação com uma simples busca no Google, esses jovens tendem a ser imediatistas, inquietos e ávidos por novidades.


Se algo não prende a atenção deles nos primeiros segundos, eles se desinteressam e buscam outro conteúdo. Eles podem fazer isso porque a oferta é enorme, praticamente infinita. Com tantas opções, é normal não querer perder tempo com algo que não seja incrível.


Outra característica comum em pessoas da geração Z é a busca por resultados rápidos. Em um mundo onde tudo é instantâneo, as coisas não podem demorar para acontecer. E isso vale para tudo, do pedido no restaurante ao crescimento na carreira. 


E as suas atitudes fazem jus a esse pensamento: esses jovens fazem de tudo para otimizar tarefas e eliminar etapas desnecessárias, buscando total eficiência.

| Estilo de aprendizado

A geração Z também é o primeiro grupo a ter acesso a métodos alternativos de ensino, mais práticos e colaborativos. Isso muda a forma de pensar, enxergar o mundo, se relacionar com as pessoas e trabalhar em equipe.


Em geral, esse grupo é menos individualista que as gerações anteriores. Eles buscam sempre solucionar suas questões em conjunto, chegando a resultados mais criativos e inovadores.


Isso também influencia na forma como eles lidam com hierarquia. O ultrapassado “manda quem pode, obedece quem tem juízo” não funciona com essa geração. Eles lidam muito melhor com ambientes de diálogo aberto e tratamento de igual para igual para todos, sendo vistos como seres humanos pensantes e tão capazes quanto os outros.

| Idealismo

Os membros da geração Z são mais altruístas e idealistas que as gerações anteriores. Em uma pesquisa americana, 60% deles dizem querer causar um impacto positivo no mundo, enquanto 1 em cada 4 fazem trabalhos voluntários regularmente.



Esse modo de pensar também vale para a carreira. Em vez de estabilidade e status, eles buscam empregos que estejam alinhados aos seus valores pessoais. Para eles, sucesso não significa um alto cargo ou salário, e sim acreditar naquilo o que faz.

| Espírito empreendedor

A natureza digital proporciona à geração Z a oportunidade de empreender desde cedo. Afinal, a internet oferece diversas possibilidade, mesmo para crianças e adolescentes, seja abrindo uma loja on-line ou criando algum tipo de conteúdo.



Somar essa veia empreendedora com a vontade de causar impacto na sociedade faz com que eles desenvolvam habilidades de liderança com mais facilidade. Além disso, eles não temem desafios nem responsabilidades, o que aumenta suas chances de crescimento dentro da empresas.

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2. O que a geração Z espera das empresas

Como empregador, é preciso compreender os valores da geração Z para traçar uma boa estratégia de atração e retenção desses talentos. 


Eles chegam ao mercado com um alto nível de educação e muita ambição, mas pouca experiência. O segredo é saber equilibrar os pontos fortes e fracos, moldando profissionais capazes de gerar excelentes resultados quando alcançarem a maturidade.


Como o modelo tradicional de trabalho não faz muito sentido para eles, muitos tendem a preferir atuar como freelancers, ficando livres da jornada fixa de 8 horas diárias.


Porém, eles não são avessos à ideia de se tornarem colaboradores de uma empresa, desde que ela atenda às suas necessidades. Confira as principais delas a seguir.

| Equilíbrio entre vida profissional e pessoal

Em uma pesquisa da Gallup, 28% dos millennials relataram alto estresse por causa do excesso de trabalho. E isso tem tudo a ver com a geração Z.


Ao observar os danos que esse comportamento causou aos seus antecessores, os novos profissionais decidiram que não querem o mesmo para eles. Por isso, exigem condições de trabalho que permitam equilibrar a vida profissional e a pessoal.

Nada de horas extras diárias ou ligações o chefe às duas da manhã. Todo mundo precisa de tempo para dedicar à família, ao lazer aos seus outros interesses, e esse é um dos aspectos mais valorizados pela geração Z quando se trata de carreira.


Por isso, é essencial investir em ações que garantam esse equilíbrio, impedindo que os colaboradores fiquem desmotivados ou sofram burnout. Experimente implementar medidas como:

| Ambiente humano e colaborativo

Por causa do envolvimento com a tecnologia, muitos podem pensar que a geração Z cultiva relações pessoais efêmeras e distantes. Mas o que ocorre é justamente o contrário. Os novos profissionais valorizam muito o toque humano no trabalho.


Para eles, estar em contato com os outros é importante, principalmente porque trabalham de forma colaborativa. 



E eles buscam interações que vão além do limite do on-line e das mídias sociais. Por isso, mesmo que eles trabalhem em home-office, procure promover reuniões presenciais semanais com esses colaboradores. Outra boa dica é usar as ferramentas certas para aproximar uns dos outros. 


Em uma conversa à distância, por exemplo, prefira uma call com recurso de vídeo a uma simples ligação telefônica. Pode parecer algo trivial, mas faz toda a diferença no dia a dia.

| Feedback frequente

Um estudo da CGK revelou que 66% dos jovens da geração Z gostariam de receber avaliações dos seus gestores várias vezes por semana. Esse dado apenas reforça um fato de conhecimento geral: feedback é essencial para manter os colaboradores engajados e produtivos no dia a dia.


Em muitas organizações, a avaliação de desempenho acontece apenas uma vez por ano ou quando as coisas não vão bem, em um movimento coordenado entre líderes e RH. 


No entanto, o feedback não precisa ser sempre um grande evento com um planejamento complexo. Pode ser um café, uma conversa informal, uma reunião de checkpoint com a equipe. O importante é que todos saibam constantemente quais são seus erros e acertos, para que possam fazer o necessário para melhorar suas entregas.



Para a geração Z, isso é ainda mais importante por causa do desejo por ascensão rápida na carreira. Para perseguir esse objetivo, eles precisam saber se estão sendo relevantes e como podem ajustar seu desempenho.

| Benefícios relevantes

Por valorizarem a qualidade de vida, os profissionais da geração Z olham muito além do salário na hora de considerar uma oferta de emprego. Para eles, os benefícios corporativos têm o mesmo peso ou são até mais importantes para a decisão.



Foi-se o tempo em que apenas o pacote básico, com vale-refeição, vale-transporte e plano de saúde, bastava para atrair e reter bons talentos. Hoje, é preciso trazer benefícios adicionais, que atendam às necessidades dos colaboradores e causem um impacto positivo em suas vidas.


Mas, afinal, o que os jovens desejam? Cada grupo de colaboradores tem um perfil, e é preciso analisar bem as características da equipe para montar um pacote de benefícios personalizado.


Mas ainda assim é possível apontar algumas iniciativas que têm feito sucesso no mercado, como:

Vale reforçar que esses são apenas exemplos. Com criatividade, é possível pensar em diversas alternativas que caibam no orçamento da empresa e consigam agradar a geração Z.

| Praticidade na remuneração

O desejo da geração Z por processos rápidos e práticos também se aplica à forma de pagamento


Por anos, a forma como as empresas depositam o salário na conta dos trabalhadores permaneceu imutável: uma data fixa para o adiantamento e outra para o salário, já considerando os descontos previstos na CLT.


Porém, as companhias estão percebendo que o método de pagamento pode influenciar muito na satisfação dos funcionários, sobretudo os nascidos pós-1996. 


Afinal, esse aspecto também faz parte da personalização da experiência do colaborador, além de afetar diretamente a saúde financeira do profissional.


Entre as opções disponíveis, a que vem ganhando mais destaque é o salário sob demanda. Com ele, o funcionário pode receber o salário referente aos dias já trabalhados a qualquer momento, sem precisar aguardar uma data fixa. 


A solicitação é feita de um jeito simples, por meio de um app no celular. O dinheiro cai imediatamente na conta do trabalhador, sem dor de cabeça.


E por que isso é atrativo para a geração Z? Bem, trata-se de um um processo tecnológico, efetivo e altamente relevante para as finanças do colaborador, atendendo a todas as necessidades que comentamos até aqui.


Com a possibilidade de receber a qualquer momento, o profissional ganha mais controle sobre o próprio dinheiro, podendo planejar o pagamento das suas despesas com mais precisão. Além disso, em caso de emergência, ele poderá sacar o dinheiro na hora, sem precisar recorrer a empréstimos ou outras alternativas de crédito.

| Ferramentas de trabalho digitais

Para atender uma geração 100% ligada à tecnologia, é imprescindível contar com ferramentas de trabalho digitais. Esqueça papéis impressos e processos analógicos. Tudo deve ser feito por meio de dispositivos on-line, que facilitem o dia a dia. Você pode, por exemplo, adotar uma ferramentas de gerenciamento do trabalho para automatizar os fluxos, melhorando a distribuição de tarefas e a gestão de processos. 


Implemente plataformas de armazenamento de arquivos na nuvem, aplicativos de chamadas por vídeo e áudio e tudo o que houver de mais moderno na tecnologia corporativa. Isso é essencial para que os processos aconteçam do jeito que a geração Z espera: com fluidez e eficiência.

| Autonomia e liberdade

Poucas coisas desmotivam mais o profissional da geração Z do que um fluxo de trabalho burocrático. Por isso, dê autonomia para que eles executem as tarefas à sua maneira, sem muitas etapas de aprovação. Exercendo o autogerenciamento, eles poderão entregar resultados rápidos e poderosos.



Outro ponto importante é a tolerância com falhas. Aos olhos da geração Z, elas são uma oportunidade para crescer e aprender, e não algo imperdoável. É necessário se adaptar a essa mentalidade, abrindo caminho para mais aprendizados e inovações no dia a dia.


| Diversidade e Inclusão

A maioria dos profissionais da geração Z está disposta a combater as injustiças no ambiente de trabalho. A mentalidade desses jovens é totalmente voltada para a diversidade, trazendo à tona a luta por igualdade de gênero, raça e inclusão de minorias.



Procure criar uma cultura de diversidade, formando equipes com pessoas de diferentes origens, culturas e formações. Além de dar oportunidade a todos, isso é essencial para empresas que desejam inovar e estar sempre um passo à frente no mercado.

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3. Como a geração Z vai mudar o mercado de trabalho

A geração Z foi ensinada a questionar tudo, e essa é a principal característica que vai revolucionar o mercado de trabalho daqui para a frente.


As empresas devem estar preparadas para lidar com colaboradores ativos, estratégicos, que não realizam nenhuma tarefa sem saber o por quê dela. Os millennials já trouxeram esse comportamento há alguns anos, e a chegada da nova geração vai intensificá-lo ainda mais.

Por conta do seu modo de agir e pensar, a geração Z vai construir um mercado cada vez mais diverso e inovador. A tendência é que não haja mais tolerância com preconceito ou assédio no ambiente de trabalho


Na era que está por vir, empresas resistentes a mudanças terão dificuldades: em um mundo que evolui cada vez mais rápido, é preciso ter capacidade de adaptação para seguir crescendo e surpreendendo com novas soluções.


Os hábitos de consumo da geração Z também vão matar alguns setores de mercado. Por exemplo: segundo uma pesquisa da AwesomenessTV, mais de 60% dos adolescentes dos EUA preferem assistir 10 horas de YouTube a 10 horas de televisão. Ou seja: se o mercado de TV a cabo não fizer algo para se adequar ao novo cenário, dificilmente vai sobreviver.



Por outro lado, novas áreas de atuação irão surgir, já que a demanda por novas profissões ligadas à tecnologia e à inteligência artificial tendem a aumentar.

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4. Como lidar com o conflito de gerações

Hoje, no mercado de trabalho, há profissionais nascidos dos anos 50 até os anos 2000. Devido à disparidade de gerações, é natural que existam conflitos, pois essas pessoas pensam e enxergam o mundo de maneiras diferentes.


Enquanto os veteranos tendem a considerar os mais jovens mimados e sem respeito pelos processos, os novos profissionais dizem que os mais velhos são ultrapassados e burocráticos.

Não dá para impedir que isso aconteça, mas é possível agir de forma estratégica, educando os colaboradores para lidar com esses conflitos


É importante conhecer as particularidades de cada geração, respeitando suas restrições, trabalhando seus pontos fortes e ajudando-os a superar suas dificuldades.

Outra boa dica é implementar programas de mentoria e mentoria reversa, estimulando profissionais de diferentes gerações a compartilharem conhecimento uns com os outros. 

Na mentoria, os mais experientes dão conselhos sobre questões que só o tempo ensina, como tomada de decisões, condução de carreira e relacionamento com colegas e clientes



Na mentoria reversa, como o próprio nome diz, ocorre o caminho contrário. São os jovens que ensinam os veteranos tudo o que sabem sobre o que mais dominam: tecnologia, ferramentas digitais e redes sociais.

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5. Conclusão

Como vimos o longo deste e-book, se preparar para a chegada da geração Z no mercado de trabalho não será uma tarefa fácil. Empresas que já contam com esses profissionais em suas equipes estão sentindo na pele a diferença de pensamento que há entre eles e as gerações anteriores.


Nesse cenário, quem se adaptar primeiro sairá em vantagem em relação aos concorrentes na atração e retenção desses talentos. Por isso, tenha em mente que esses jovens serão fundamentais para o futuro do seu negócio e coloque em prática o quanto antes tudo o que aprendeu neste guia.


O segredo é procurar entender a personalidade inquieta e dinâmica da geração Z, que já nasceu conectada à internet 100% do tempo, por meio de diversos tipos de dispositivos tecnológicos.


Dessa forma, será mais fácil descobrir suas necessidades e atendê-las no ambiente de trabalho, extraindo o máximo do potencial e do engajamento desses profissionais.


E não se esqueça: sempre que tiver alguma dúvida sobre gestão de pessoas, pode contar conosco. Estamos à disposição para ajudar o seu negócio.


Boa sorte!

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Sobre a Xerpa

A Xerpa nasceu com uma inspiração profunda no trabalho dos sherpas himalaios, que conduzem intrépidos aventureiros ao topo das mais desafiadoras montanhas da região.

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